todos os posts escritos desde 2011, quando criei o blog. TODOS mesmo, até aqueles publicados quando troquei o seu nome e deixei o restante salvo nos rascunhos. Espero que gostem de matar a saudade!

20/12/2012

(não, a imagem não teve muito a ver com o texto, mas é só pra ficar mais bonitinho 'rs)

   Oi pessoal, hoje resolvi fazer um post diferente. Vou postar um texto que li, - não sei onde-, mas que achei muito bom, e vale realmente a pena refletir sobre ele.


   Na Suíça, há um cemitério exclusivo para enterrar pessoas que não são naturalizadas no país, ou seja, todo e qualquer estrangeiro que venha a falecer no país. Um dia, um Suíço cristão foi visitar um parente e levou uma belo arranjo de flores ao túmulo de seu ente querido. Ao olhar para o lado, um oriental estava organizando no túmulo de sua falecida esposa um prato de arroz branco, de maçãs caramelizadas, incenso, velas, cartas e alguns doces.
   O Cristão pensou, lá está uma ótima oportunidade de levar Deus ao coração deste pobre homem. Se aproximou do oriental e disse: "Meu amigo, que horas você acha que este falecido vai levantar e comer estas coisas?". O Oriental respirou fundo e com voz apaziguada respondeu: "Meu caro, este falecido levantará para comer estas coisas no mesmo dia em que o seu parente falecido levantar para sentir o perfume do arranjo de flores que você trouxe."

Acompanhado do texto, havia uma "moral", que achei interessante postar aqui também:
"Em diversos momentos nos pegamos invadindo o espaço dos outros, exigindo que sua cultura, que suas condutas sejam iguais as nossas...mas as pessoas são diferentes, não somos donos da verdade absoluta! Respeitá-las é sinônimo de recolher nossos pré - conceitos e olhar mais vezes para nosso próprio comportamento antes de julgá-las."

Eu sei que muitas das leitoras(es) podem ser ateus, agnósticos (assim como eu), crentes, etc. De maneira alguma sintam-se ofendidos, pois, aliás, é disso que o texto fala. Não, ele não gira em torno de Deus, ou religiões, gira em torno de que as pessoas é que tem que aprender a respeitar a crença um do outro. 


Afinal,

Será que cabe á nós julgar as pessoas pelo modo, diferente do nosso, com que levam suas vidas?

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