Estrambotices

todos os posts escritos desde 2011, quando criei o blog. TODOS mesmo, até aqueles publicados quando troquei o seu nome e deixei o restante salvo nos rascunhos. Espero que gostem de matar a saudade!

26/04/2018

O colecionador de histórias de amor




"Para Laura, não se trata apenas de cantar a música certa, mas sim de cantar para a pessoa certa."


À primeira vista, Laura parece ser uma simples garçonete, no entanto, ninguém imagina que a jovem possui a voz tão doce como a de um anjo. Tímida, começa a cantar no restaurante em que trabalha, mas não se sente satisfeita, pois a pessoa para quem a sua música realmente importa jamais a nota. 



Por fim, finalmente descobre o motivo e basta a ajuda de um Cupido para conseguir a atenção do seu amor.  


Cupido é capaz de nos tocar em apenas oito minutos e 58 segundos com mais uma narrativa da sua eterna coleção de histórias de amor.




04/04/2018

Destrato


As diferenças no tratamento me entristecem profundamente. Não existe coisa pior do que se esforçar para conquistar alguém a ponto de realizar todo o serviço e simplesmente outra pessoa nem precisar fazê-lo, porquanto o primeiro supracitado a busca naturalmente para perto de si. Talvez eu seja um extraterrestre tentando socializar mesmo.

18/02/2018

Vazio existencial




Apesar de possuir uma visão bastante romântica, algo que jamais me inspirou foi outro alguém nos momentos de escrever. 

Talvez por nunca ter me apaixonado, porquanto considero amor e paixão palavras de significados distintos, tanto no dicionário como na vida. Posso estar apaixonada pelo que amo fazer, escutar, ler, estudar, posso me apaixonar por todas as formas de vida e amar meramente porque existo, porque o amor é tido como um oxigênio para mim. 

Não sou ingênua, sei diferenciar apego de real afeto, fissura por aquilo que o outro demonstra ser de amor, admiração de paixão, um gesto cortês de reais sentimentos, tanto faz. O ponto que desejo atingir é que um par romântico não me inspira, não me atrai. 

Na vida existem tantas dores maiores que um coração partido, logo, é trivial, frívolo e superficial ir para a frente de um computador e desperdiçar toda a minha sensibilidade para escrever sobre alguém especial e inexistente. 

Obras assim não me cativam, mas me afastam completamente, pois busco atingir a plenitude, o sublime e este amor terreno não faz parte daquilo que considero profundo, de utilidade artística e eterno.

25/01/2018

Resenha: Livro Razão e sensibilidade, Jane Austen


Quem me segue nas mídias sociais sabe que a minha meta em 2018 é ler um livro por semana. Infelizmente ou felizmente alguns são tão bons que precisamos ler devagar, pois não desejamos terminá-los jamais. Foi assim com Razão e sensibilidade, o primeiro romance que li da renomada escritora inglesa Jane Austen, concluído em três semanas. De qualquer modo, o objetivo de leitura deste ano permanece totalmente enraizado, apesar de considerar complicado mantê-lo (risos).


Vamos lá...



Sinopse


Após a morte de Henry Dashwood, sua esposa e filhas - a sensata Elinor, a romântica Marianne e a jovem Margaret - veem-se subitamente empobrecidas e obrigadas a trocar sua confortável mansão por um pequeno chalé em Barton Park. Enquanto Elinor é controlada e cautelosa, Marianne demonstra abertamente seus sentimentos, recusando-se a adotar a conduta hipócrita que é esperada dela. Apesar de sua prudência, Elinor torna-se cada vez mais apegada a um homem inacessível. Marianne, por sua vez, descobre que seu temperamento afetuoso não é suficiente para garantir sua felicidade. As irmãs enfrentam grandes desafios em suas vidas amorosas e são forçadas a encontrar o equilíbrio entre razão e emoção antes de conquistarem o verdadeiro amor. Com sua ironia característica, a autora faz um retrato mordaz da sociedade inglesa do início do século XIX. Razão e sensibilidade é o primeiro romance de Jane Austen e ganhou adaptações para a televisão e o cinema, sendo a mais recente estrelada por Emma Thompson e Kate Winslet.



Ficha técnica


Páginas: 400
Idioma: português 
Editora: BestBolso
Ano: 2013 






Resenha

"Em geral, meus sentimentos não são compartilhados, não são compreendidos."

Razão e sensibilidade foi o primeiro romance de Jane Austen e, por coincidência, o primeiro que li da autora também. A obra é um retrato da realidade inglesa dos séculos XVIII e XIX e por meio dela conhecemos os hábitos, costumes, cultura e a forma como a narradora enxergava as relações sociais em vida através de ironias sobre diversos temas, podendo sentir, inclusive, uma pontinha de feminismo ao expor situações como dependência masculina, erudição feminina e até mesmo sobre as reais intenções do ser humano, muitas vezes mascaradas por sorrisos cínicos, bajulações e meiguice. 

Em uma analogia díspar, podemos dizer que Marianne é Dom Quixote, enquanto Elinor é Sancho Pança e a mãe delas, apesar de ser profundamente conectada à Marianne, termina por obedecer ao inigualável senso de responsabilidade de sua filha mais velha, Elinor, sempre disposta a equilibrar os sentimentos de todos, incluindo os seus. 

No livro encontrei observações de traços da personalidade das pessoas que permanecem em nossa atualidade e durante vários momentos constatei que Jane era à frente de seu tempo, principalmente em uma época cujo silêncio era a obrigação de uma mulher.  

As duas irmãs são inteligentes, cultas, sensíveis cada uma a seu modo e incapazes de dissimularem para agradar aos outros, algo que as tornavam facilmente alvo de inveja das outras mulheres, que se entregavam às futilidades e ao único objetivo de conquistarem potenciais esposos. Os homens são retratados como inigualáveis cavalheiros que nós, apreciadores de história, sabemos que jamais o foram e foi disto que gostei: A autora desenvolveu um enredo digno das ambições de toda feminista que se preze, com moças intelectualmente superiores e rapazes que as respeitam em suas individualidades, as admirando como donas de suas próprias vidas que são. 

Ademais, devo confessar que possuo paixão por literatura de época, especialmente quando o próprio escritor vivenciou aquele tempo. Adorei as citações de peças de partitura, nomes de autores favoritos de Marianne, poesias, ruas de Londres, detalhamento dos hábitos daqueles ingleses e foi um prazer imenso finalmente conhecer a escrita de Jane Austen. Espero poder ler a todos os seus livros ainda neste ano. 

No skoob dei quatro estrelas por causa da edição de bolso e devido aos erros de digitação que encontrei nela, mas a história merece todas as cinco, porque conquistou o meu coração de leitora. 

É só. 

Já leu algum ou a vários livros dela? O que achou? Comente!


04/01/2018

Se passou, foi para jamais retornar



Costumamos nos apegar às pessoas sem importância alguma, deixando essas exercerem significativa influência em nossas vidas. Muitas vezes elas mal nos notam ou se importam com alguém além de seus próprios egos e, por assumirem sempre uma postura de superioridade quanto a nossa, torna o nosso desejo de fazer parte do seu círculo algo indiscutível e necessário. Porque o ser humano estima aquele que o desdenha.

Todos os dias tentamos de maneira insaciável conquistar a aprovação daqueles que nos desprezam e esquecemos de nos questionar se talvez aquele "mundinho" o qual buscamos nos encaixar realmente nos cabe. Será que fulano é digno dos seus esforços? Talvez você seja grande demais para se infiltrar ali e seu destino esteja no alcance de algo maior. Foi o que aprendi.


O mesmo ocorre com as coisas:


Sempre tive o hábito de guardar objetos insignificantes, pois, para mim, eles seriam úteis um dia. Tudo começou com brinquedos, adesivos de cadernos, folhas de partitura e até panfletos eram alojados com profunda estima. Nunca entendi essa necessidade de estar presa ao passado, contudo, antes de terminar o ano de 2017, precisei desfazer-me de vários e me assustei ao perceber que, na verdade, grande parte deles não detinha valor algum em minha vida.

Quando comecei a estudar música, aos doze anos, o meu primeiro instrumento foi o teclado. Na época os meus gostos eram completamente diferentes e me lembro de imprimir dezenas de partituras cujas músicas dizia que um dia saberia tocá-las. Esse dia chegou. Hoje, certamente as tocaria sem qualquer dificuldade, todavia, superei totalmente o meu antigo ideal de satisfação. Tive de jogar pelo menos duas pastas repletas de folhas, consideradas relevantes no passado, no lixo, pois precisava de espaço para as novas que realmente irei interpretar.


Além disso, meus desenhos não tiveram um destino diferente. Minha mãe disse que um dia irei desenhar tão bem que nem me lembrarei deles e pude constatar isso ao desfazer-me de dezenas de músicas que outrora sonhei em tocar.


Por que viver preso ao passado se você pode ir além daquilo que um dia almejou? Nada do que guardei possui qualquer sentido para mim hoje. Porque evoluí muito. Os livros que lia não me causam mais o mesmo apreço e as pessoas pelas quais sofri esperando um pouco de atenção são desprovidas de tudo aquilo que procuro alcançar. Os meus caminhos e objetivos mudaram, tudo graças à abnegação forçada, porquanto sou relutante com transições.


Não preciso mais daqueles adesivos, pois hoje os considero horríveis, não necessito mais daquelas partituras antigas de músicas que atualmente julgo como porcaria, não desejo mais a atenção de pessoas que hodiernamente eu mesma não as olharia, pois não são detentoras de coisa alguma que trate como interessante. Não me importo mais com a admiração que algumas vezes não recebo, porquanto são oriundas de quem jamais irá compreender a beleza estonteante daquilo que consigo enxergar.


Muitos dizem que as pessoas mudam, no entanto, não penso da mesma forma. Para mim, o ser humano apenas se mostra como sempre foi debaixo das máscaras que nos impedem de olhar a vivacidade de tudo o que é real. Por isso, aprendi a não temer o novo, mas me entregar a ele. Porque sempre me sinto bem ao contemplar o passado e perceber que não mudei, apenas me aproximei do que por toda vida fui interiormente.


Talvez seja uma visão extremamente voltada aos pensamentos de Platão, não importa. Apenas descobri o encanto quando não olhei para trás. O que passou, foi para jamais retornar.

01/01/2018

Expectativas que 2017 levou e metas que para 2018 traçou


Eu poderia escrever um texto sobre como esperei por 2018 e que agora finalmente é dia 01 deste tão aclamado ano, mas, não. É perfeitamente possível estarmos em 2017 se os nossos pensamentos ainda não mudaram e, honestamente, não sei como os meus estão agora. Estou com um baita medo de encarar novamente a faculdade, todavia, amo o fato de poder retornar ao mundo adulto e hostil que conheci em 2016, porque sinto saudades.


Será que vou gostar do curso que escolhi cursar? Será que os meus planos de cursar duas faculdades, ao mesmo tempo, irão funcionar? O ser humano é o que a educação faz dele, afirmou Immanuel Kant. Mas o que a educação fez de mim, que de tanto amor pelo conhecimento não sei o que desejo para o resto da minha vida? Só possuo a certeza de que não devo parar ou o corpo se acostuma com as pausas que a vida exige vez ou outra, tornando-as intermináveis. Ah! Como eu amo sofrer em semanas de provas, discutir em trabalhos de grupo e odiar os professores que não me deixam falar mais que eles na sala de aula!

Em 2017 aprendi que, apesar de às vezes não admirar o que faço, devo persistir, continuar. É apenas o que preciso manter em mente: Continue, Bianca, porque você não deseja estudar todas as matérias do ensino médio novamente para prestar vestibular, não é?

Então eu respondo ao meu próprio ego: Mas é claro que não!

Sinto-me preparada para retornar à vida normal. O ano que passou foi difícil não somente para mim, mas, para todos nós. Fomos indiscutivelmente marginalizados da sociedade por sermos o que somos, apenas. Porque conseguir um emprego qualquer não foi fácil, na verdade, foi impossível para muitos, como eu. No ensino médio fiz cursos de informática, práticas administrativas, logística, segurança do trabalho, almoxarifado, música, inglês, blá blá blá, tudo para não conseguir porcaria nenhuma de primeiro emprego e nem mesmo o ano completo cursado de Análise e desenvolvimento de sistemas bastou. Desisti de tentar. Fracassei. Sabe o que fiz? Tentei sobressair ao fazer algo que de fato amava: Ler e ser crítica, honrar a língua portuguesa. Consegui.

Desde então, reviso livros, escrevo redações para estudantes do ensino médio que me pagam e me sinto valorizada por fazer o que faço, com amor. Não ganhei muito, até porque cobro bem abaixo do mercado, contudo, tudo bem para mim. O importante é evoluir, reflito. Talvez faça Letras este ano, porventura, não. Quem sabe? O importante é o que transporto em meu ser e não será um mísero diploma o responsável por retirar as palavras de dentro de mim, simplesmente porque as amo.

Utilizando mais uma vez a palavra, talvez faça Administração. Se eu passar. Ou não. Julgo ser o curso que mais se aproxima daquilo que busco no momento e, apesar de possuir um pé lá na Psicologia, não tenho paciência para lidar com os dramas alheios, pois já os possuo em demasia. Onde quero chegar com isso? A lugar algum.

Apenas espero que dê tudo certo em 2018, na minha vida e na sua, porque preciso de leitores saudáveis e de equilíbrio para conquistar novos. Lidar com o ser humano é complicado e me esqueci disso quando decidi me abrir para o mundo através do meu livro. Em março, já temos o lançamento do "Me recordo dela" e tomara que dê certo, pois deixei as poucas expectativas que restaram lá atrás, em 2017. Agora, não possuo é nenhuma mesmo e tristemente digo isso.

Aliás, ao mudar o assunto, devo declarar que como uma fanática por metas, me decidi: Por semana, lerei um livro, assistirei a dois filmes, tocarei duas peças musicais, estudarei três horas por dia as matérias das duas faculdades que cursar (ou de uma, não sei como ficará isso ainda), publicarei aqui no blog pelo menos uma ou duas vezes, escutarei a mais músicas eruditas, etc, etc...

Será que consigo? Geralmente não tenho problemas com rotina, porém, é aquela coisa: Nunca se sabe.

Enfim.

O que achou de 2017? Os seus pensamentos estão de acordo com o 2018 que chegou? Espera aproveitar melhor este ano? Quais as metas que traçou?

Bom dia ou boa noite, como preferir.

26/08/2017

Filosofando: Da Natureza e sua permanência

We heart it


O fragmento abaixo é parte do poema intitulado "Da natureza e sua permanência", escrito por Parmênides de Eleia, filósofo pré-socrático. 


"Vamos, vou dizer-te – e tu escuta e fixa o relato que ouviste – quais os únicos caminhos de investigação que há para pensar: um que é, que não é para não ser, é caminho de confiança (pois acompanha a realidade); o outro que não é, que tem de não ser, esse te indico ser caminho em tudo ignoto, pois não poderás conhecer o não-ser, não é possível, nem indicá-lo [...]
[...] pois o mesmo é pensar e ser.
Nota também como o que está longe pela mente se torna firmemente presente: pois não separarás o ser de sua continuidade com o ser, nem dispersando-o por toda a parte segundo a ordem do mundo, nem reunindo-o.
[...] para mim é o mesmo por onde hei de começar: pois aí tornarei de novo."


30/07/2017

Links favoritos do mês

we heart it


Hello, how are you? 

Bom, eu gosto bastante de ler artigos na internet e por isso resolvi indicá-los aqui no blog em todo final de mês. Na verdade, é perceptível que sou eclética e leio desde postagens de blogs até textos mais formais e de jornais, além de assistir aos mais diversos tipos de vídeos. Outra alternativa para resolver compartilhá-los aqui é que assim encontro uma maneira de não precisar encher a minha pasta de favoritos com links que até me esqueço de olhar. Irei comentá-los, com base em minha própria opinião. 

Vamos lá!



"A filosofia do olhar propõe que quanto mais for desafiado o cérebro humano, mais capacidade ele terá de resolver problemas complexos. Por isso, médicos e especialistas indicam jogos e palavras cruzadas para evitar doenças como o Alzheimer."

Esse artigo é interessante porque ressalta a importância do questionamento interno a respeito de tudo o que nos rodeia, nos tornando mais sábios e nos diferenciando de nossos animais. Somos seres humanos e devemos manter os ensinamentos que a filosofia nos proporciona como principais fontes de saber. Vale a pena dar uma lida, mesmo que de forma rápida. 



É possível perceber a existência de duas formas de pensamentos quanto ao assunto tratado: O primeiro é relacionado àqueles que concordam que a leitura de determinados livros é essencial para a formação não somente de um profissional, mas de um ser humano mais convicto. Por outro lado, a segunda forma se refere aos indivíduos que por não gostarem, discordam que seja necessário ler tais obras, pois, de acordo com esses, os tempos mudaram. 

Eu estou ao lado do primeiro grupo, com total certeza. Se o ser humano não precisasse ler, jamais ingressaria em uma universidade e se ingressou, o correto seria honrar com a oportunidade de aprender que está recebendo. Porque os tempos mudaram, mas o pensamento humano permaneceu o mesmo.


Anatomia do livro, pelo Blog de Sistemas de Bibliotecas UCS:

Essa postagem é bem útil para escritores iniciantes e leitores curiosos. Li pela necessidade de preencher o meu formulário de capa e fiquei confusa sobre os significados de cada parte que compõe um livro. Através do artigo, podemos conhecer literalmente a anatomia dos livros que lemos, o que é a lombada, quarta capa, orelha, miolo e demais partes. 


8 fatos sobre a faculdade de jornalismo 
Qual pessoa que ama escrever nunca pensou em cursar Comunicação Social focada em Publicidade ou Jornalismo? Comigo não é diferente e às vezes sinto vontade de ingressar nesse curso maravilhoso. Gosto de ler o blog da Sofia porque além de ser uma blogueira dedicada, possui conteúdos interessantes e sempre aprendo algo novo lendo os seus posts. Neste ela cita 8 fatos sobre os alunos e escreve a respeito do próprio curso, tudo com base em seu ponto de vista. 




A Cintya Sabino é professora de inglês e já morou nos Estados Unidos durante um ano. Em seu canal compartilha vídeos da sua viagem, análises de músicas em inglês, dicas, entrevistas com gringos e vídeos de listening como esse. Basta ativar as legendas em português e praticar. 





Jérôme Guinet, como o próprio nome diz, é francês, mas fala fluentemente a língua portuguesa. Em seu canal publica vídeos com dicas de francês, análises de letras de músicas, pronúncias e possui um site com artigos sobre cultura e língua, além de disponibilizar um curso através do e-mail. Estou assistindo ao vídeo acima durante o mês de Julho inteiro, até firmar totalmente a letra da música. É bem legal. 




Bom, esses são os links que mais gostei de acessar no mês de Julho. Claro que li outras coisas, mas apenas citei os meus favoritos. Gostou de algum? Comente!

28/07/2017

Às vezes me acho uma merda

we heart it


Eu sei que usei uma exclamação de baixo calão e peço desculpas por isso, mas é que sinceramente não existe outra palavra que defina melhor o meu sentimento em determinados momentos. Talvez isso seja comum e outras pessoas compartilhem das mesmas frustrações que eu ou porventura me considerem dramática, porque sou mesmo, de fato. Contudo, por favor, não desvalorize o que sinto, transformando o meu desafogo em algo dispensável e trivial. Se não os aprecia, não leia.

Às vezes eu me acho uma merda e ponto. Realmente duvido dos meus talentos, aptidões e não sei se realmente nasci para as coisas que sonho realizar. Não consigo expurgar tamanha sensação, mas ela me aprisiona de tal modo que desisto de persistir muitas vezes. Hoje peguei o meu violão e ao tocá-lo, pensei se realmente vale a pena continuar na música, porque é como se a minha arte não fizesse a menor diferença para o mundo e odeio dizer isto, mas como queria que ela fizesse falta um dia. Uma violinista que tanto admiro e sigo nas redes sociais conquistou uma bolsa de estudos na Europa e após ver aquilo, refleti sobre o meu relacionamento com a música e em como esse é o meu grande sonho… Será que sou boa o suficiente para alcançá-lo ou pelo menos possuo potencial de conquistar tamanha magnitude um dia? Será que nem sequer farei uma faculdade de piano aqui no Brasil? Será que tenho talento ou sou apenas uma garota que gosta de ficar devaneando e idealizando um futuro num concerto, não como espectadora, mas como a artista quando, na verdade não possui nada de especial?

Afinal, se eu realmente fosse boa, as pessoas iriam às minhas apresentações e pelo que sei, ninguém além da minha própria mãe nunca foi me ver tocar, e para ser sincera, a maioria das pessoas nem conhecem o meu lado musicista. Tento pensar que porventura seja tímida e não sabem que existo porque não me mostro, o que não deixa de ser mentira, mas será que se me mostrasse, retornariam sempre ou pelo menos seguiriam meu canal no Youtube (que ainda nem tenho) não por educação, mas porque sentiram prazer em me ouvir?

Será que vale a pena continuar investindo num sonho que ilustrei e busco um dia colorir?

Sinto medo de passar dos trinta anos e não conseguir nada com a música, não por falta de apoio moral ou material, mas por falta de talento, que ainda não sei se possuo, simplesmente porque não sei não ser crítica comigo mesma.

O jeito é sair, "dar a cara para bater", conhecer outras pessoas que gostam das mesmas coisas que eu e ver que são melhores ou piores… Se forem melhores, podem me ajudar, me inspirar, mas e se forem piores? Com certeza ficarei traumatizada.

Talvez tenha nascido na família e no lugar errado. Porque se fosse filha de artistas, não teria dúvidas de que o meu caminho seria a arte. No entanto, agora me odeio.

27/07/2017

Dicas para contratar um bom profissional de revisão

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Todo escritor necessita de um revisor, por melhor que ele seja no idioma que escreve. O lado negativo é que se não souber pesquisar, terminará pagando um preço alto por um serviço que pode ser encontrado por valores bem mais baixos. Como exemplo, deixo o meu caso: No primeiro orçamento que fiz, o serviço sairia por R$850.

Muito caro, não é?

Fiquei pensando por uma semana nas mais diversas formas de efetuar o pagamento, mas ao pesquisar um pouquinho mais conheci o site Profissionais do Livro. Nele, qualquer pessoa pode se cadastrar e disponibilizar os seus serviços, além de fazer encomendas. Como o próprio nome diz, é focado apenas no universo editorial e lá encontramos desde “designers” de capas, ilustradores, serviços de diagramação, tradução até os de revisão de texto e conversão para ePub. Se é confiável? Sim, mas como em todos os momentos que utiliza o seu dinheiro, é preciso prestar atenção em alguns pontos:
  • O profissional possui formação acadêmica para realizar aquele trabalho?
  • Já publicou algo para comprovar a sua experiência com a leitura?
  • Possui mais comentários positivos do que negativos em sua página?



Se respondeu "sim" para essas três perguntas básicas, então o contrate. Recebi a encomenda de um senhor que me disse que a sua obra já havia sido revisada por dois profissionais do site antes de chegar em mim, mas ao abrir o arquivo e começar a ler, percebi que não tinha sido revisada de forma alguma, ou seja, os “profissionais" o enganaram.

Claro que conversei com ele e expliquei a situação. Depois disso, até recebi um pagamento maior do que o preço que tinha solicitado e fiquei bastante grata pelo reconhecimento. Mas esse não é o caso…

O site é muito confiável, porque antes do pagamento ser totalmente liberado pelo cliente, é preciso que o mesmo autorize, declarando que o serviço foi devidamente realizado, deixando uma classificação de até cinco estrelas para cada quesito: Prazo, preço e qualidade.

Caso não aprove o serviço, o profissional precisa refazê-lo ou o site reembolsa o cliente. Além disso, o profissional só pode retirar o pagamento após o total de todos os serviços aprovados atingirem o valor de R$101,00. Ou seja, não há do que ter medo.

Por lá encontramos serviços dos mais variados preços e baratos. Para se ter uma noção disso, de R$850 eu terminei pagando apenas R$136,00 ao encomendar o trabalho de revisão de uma profissional do site. Nele podemos conversar com a pessoa, acompanhar o processo e opinar até a aprovação final. É muito interessante.

Enfim, um bom profissional nem sempre é aquele que possui um currículo gigante, mas é a pessoa procura ser sempre transparente com o seu cliente, de forma a melhorar a obra e conquistar a fidelidade do mesmo.

Espero ter ajudado. Se restaram dúvidas, comente!  


Não posso terminar o post sem indicar os meus serviços. (risos)


Conheça a profissão do Ghost-Writer

We heart it

Quando assinei o contrato com a editora Multifoco, me interessei não somente por continuar escrevendo, mas quis me aprofundar no universo dos livros, literalmente. Quando pesquisei por serviços de revisão, conheci a profissão do Ghost-Writer (que em português seria o mesmo que "Escritor fantasma"), que trabalha escrevendo obras ou textos avulsos sem receber os créditos de autoria, porque eles ficam com aquele que contrata o seu serviço ou compra o seu trabalho. 

Por mais irônico que possa parecer, a literatura possui diversos escritores fantasmas e como exemplos, podemos citar Alan Dean Foster, o responsável por escrever o romance de ficção científica Star Wars, cujos créditos de autoria são dados ao William Shatner. É verdade que William teve boas ideias e realmente criou todo o cenário de ficção, mas lhe faltava o talento com as palavras, porque necessitava de alguém que pudesse passar tudo o que imaginava para o papel. 

Os ghost-writers existem não somente na literatura, mas na música, como foi o caso do compositor Mozart, que escrevia peças inteiras para os nobres que o contratavam ficarem com os direitos autorais. Já imaginou a quantidade de músicas, filmes, livros, fotografias, pinturas e demais obras de arte que são conhecidas por serem de determinados autores que na verdade não produziram coisa alguma? 

Diversas editoras oferecem o serviço de escrita fantasma como incentivo para a publicação de novas obras ou o próprio escritor se oferece para preencher as lacunas de um livro quando percebe existir uma boa história. Na política, eles trabalham escrevendo os discursos dos candidatos e são comumente chamados de speechwriters ( em tradução livre seria o mesmo que "Escritores de discursos"). Um caso notável foi o de Ted Sorensen, assessor do Presidente Kennedy e autor da frase célebre do discurso de posse, que dizia: "Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país". 

Quando comecei a trabalhar com revisão de texto, recebi algumas encomendas e fiz um papel de Ghost-Writer em uma delas, pois, apesar de se tratar de uma boa história, o autor não era tão bom com palavras. Por isso, escrevi a biografia, o resumo do livro e reescrevi grande parte da obra, de forma a torná-la mais harmoniosa. Também já escrevi uma estrofe para a música de um amigo que tive no ensino médio, já escrevi cartas e poesias, mas até então não imaginava que era uma escritora fantasma ou que esta profissão existia. 


Os livros de Chico Buarque


No romance Budapeste, publicado pela editora Companhia das Letras em 2003, Chico Buarque conta a história de um ghost-writer e no enredo, seu trabalho é uma maldição para o personagem. 

O livro está disponível para download aqui.

No cinema, o suspense britânico The ghost writer do diretor Roman Polanki, estreou em 2010 e conta a história de um escritor fantasma contratado para escrever uma autobiografia do primeiro-ministro, mas terminou sendo ameaçado de morte.  Assista ao trailer: 





Faça o download do filme legendado aqui



Sugestão de artigo: 


26/07/2017

Não é com os números que me importo

we heart it


Eu não me importo com a quantidade de curtidas, seguidores, reações, solicitações e amizades que possuo nas mídias sociais. Sabe por quê? Porque estou ali só por mim mesma, para divulgar os meus trabalhos, conhecer os feitos de outras pessoas e apenas a qualidade daquilo que publico possui relevância. 

Não irei mentir, pois já fiquei bastante chateada por certas vezes não ter conseguido alcançar uma popularidade maior com alguma crônica ou postagem do blog, mas depois termino satisfeita simplesmente por ter compartilhado um pouquinho de mim com o mundo, mesmo que grande parte dele não saiba que eu existo. Entendo que é confuso compreender o que escrevi, mas se aprendi algo em tão pouco tempo de vida, foi que a fama jamais possuirá o maior valor.

Porque ela sempre surge com o tempo e não é algo garantido, já que hoje em dia nem sempre é preciso ser bom para conquistá-la, convenhamos. Quando algo é realmente bom, as pessoas percebem, mesmo que apressadas e jamais se esquecem. Minha mãe sempre me diz que por mais que ninguém preste atenção em mim, sempre existirá aquele alguém que olhará para a minha arte e eu acredito nisso, de verdade. 

Se um dia eu tiver um(a) filho(a), em todos os dias lhe direi a mesma frase: "Não faça algo para ser reconhecido, mas seja bom naquilo que escolher realizar."

Um artista não se torna conhecido tão facilmente, mas porque ama aquilo que faz, sempre será notado por alguém. Pode parecer utópico e insignificante, mas quando nos mostramos sem aquele medo de que talvez possam não nos notar, no mesmo instante estamos sendo julgados, o que não deixa de ser benéfico para o nosso próprio crescimento. 

Outra coisa que nunca me importei foi com críticas, desde que construtivas. Sei ouvi-las, interpretá-las e as absorvo sempre que possível, porque sou perfeccionista e desejo sempre evoluir, acordar e pela manhã enxergar a minha imagem refletida no espelho de uma forma diferente da que visualizei ontem, não porque mudei, mas cresci. 

Eu tenho um sonho e nele a palavra "fama" não existe, porquanto se resume unicamente em ser a melhor naquilo que escolher fazer. Mas se não puder ser a melhor, ficarei feliz só de estar entre aqueles que são.

23/07/2017

Estudando para o vestibular sozinho(a): Aplicativos

Bom dia, leitor!

Nem preciso dizer que o meu objetivo de publicar um post com dicas de estudo por semana foi para o ralo, não é? Na verdade, peço desculpas e confesso que estou super atrapalhada com a minha vida de freelancer... Se por um lado é muito maravilhoso estar recebendo encomendas de revisão de texto toda semana, por outro lado, isso toma todo o meu tempo. Mas enfim, não transformarei este post em algo melodramático. Vamos para as dicas!


Uma coisa que todo estudante sente necessidade é de ter um momento para fixar o conteúdo, após a sua leitura. Pelo menos comigo é assim: Primeiro, gosto de ler a teoria e só depois assisto aos vídeos relacionados e resolvo questões. Nessa parte é que os aplicativos se encaixam, porque podemos assistir aos vídeos, resolver questões e aprender muito em qualquer lugar que estivermos. 

Então, se você está no ensino médio ou simplesmente está estudando para prestar outro vestibular, preparei este post pensando em ti. São aplicativos que me ajudam muito e confesso que se tornou uma atividade prazerosa assistir às aulas, porque são dinâmicas e capazes de tornarem qualquer conteúdo mais fácil de ser absorvido com as questões que aparecem logo depois.



Trata-se não somente de um aplicativo, mas de um site com matérias sobre conteúdos que mais surgem nas provas do ENEM e dicas de redação. O aplicativo funciona da seguinte forma: 




ignorem o print mal feito e o horário aparecendo lá em cima


Alguns recursos só podem ser desbloqueados se o aluno comprar um plano de assinatura, que não é caro, mas na minha opinião, não é necessário, já que todos os vídeos e simulados permanecem disponíveis para serem assistidos no plano gratuito.  Além disso, escolhendo o plano pago, o aluno possui acesso ao modelo de desempenho, que consiste basicamente num planejamento próprio para o curso que desejar fazer na faculdade, com foco nas matérias mais valorizadas e etc. 

Sou bastante suspeita para escrever sobre o Geekie Games, porque simplesmente amei tudo, de verdade. Assisto todas as aulas relacionadas ao conteúdo que estou estudando no momento e assistirei novamente na semana anterior à prova, como forma de revisar o conteúdo. Vale a pena dar uma conferida!




ABA English



O aplicativo também pode ser acessado através do computador e seu objetivo é fornecer um curso de inglês com direito ao certificado, mas para tê-lo, é preciso assinar o plano pago. Apesar disso, os vídeos com aulas de gramáticas são desbloqueados para as pessoas que não desejam pagar, mas confesso que se tivesse dinheiro, até pagaria pelo curso, porque é muito bom. No primeiro nível, é liberado o curta-metragem em inglês que se chama "A day at the beach" (Um dia na praia) como demonstrativo do que o aluno terá disponível se escolher pagar pelas aulas... Já nos próximos níveis, infelizmente, só serão desbloqueados os vídeos de gramática, que são excelentes também. Os curtas são desbloqueados apenas quando se escolhe comprar o curso completo. 

Se você já estuda inglês, o ABA english será ainda melhor como uma forma de revisar os conteúdos aprendidos em sala e ganhar fluência na língua. Recomendo!









15/07/2017

Série do mês: Full House


Pop cultura

Certamente você se lembra das irmãs gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen. As duas iniciaram as suas carreiras no mundo artístico ainda bebês, aos nove meses de idade, interpretando a Michelle Tanner, na série Full House, muito famosa ao final da década de 1980 e em metade da década de 1990.    

O nome Full House pode ser traduzido para Casa Cheia ou Três é demais, como ficou conhecido no Brasil, pois, trata-se de um repórter chamado Danny Tanner (Bob Saget) que ao perder a sua esposa, Pam, em um acidente de carro provocado por um motorista bêbado, precisou contar com a ajuda de seu cunhado e irmão mais novo dela, Jesse Katsopolis (John Stamos), um músico e roqueiro; e  de seu amigo, Joey Gladstone (Dave Coulier), um comediante stand-up para cuidar de suas três filhas: Donna Jo ou DJ, como é chamada; Stephanie e Michelle. Eles residem em uma casa na cidade de São Francisco, na Califórnia.

              
Trailer da primeira temporada


Com 192 episódios distribuídos em 8 temporadas, a série foi criada por Jeff Franklin e mostra de forma bem humorada a vida real de uma família nada tradicional e, ao mesmo tempo unida em seus piores e melhores momentos. É bem difícil eu conseguir rir verdadeiramente com as coisas que assisto, mas devo admitir que desperto boas gargalhadas enquanto vejo Full House, porque não existe como não se identificar, entende?

Acho bonito como o criador da série retrata a vida de um repórter que é famoso em sua cidade por apresentar o programa "Acorda São Francisco", mas que na realidade é apenas um pai que deseja o melhor para as suas três filhas e ainda está em busca de reconhecimento profissional, nos mostrando que a fama é algo relativamente conceitual, porque todos nós, até mesmo aqueles para quem sentimos o desejo de solicitar um autógrafo, temos de lidar diariamente com situações complicadas em nossas vidas privadas, porque somos seres humanos normais. 

É lindo observar como as gêmeas Olsen e as demais atrizes, Jodie Sweetin (responsável por interpretar Stephanie) e Candence Cameron (que interpreta a DJ) crescem com o passar das temporadas e se tornam adolescentes repletas de conflitos e de alegrias também, como qualquer outro jovem. 

Além disso, temos um registro de nossa própria história, porquanto naquela época não existia tecnologia e através de um episódio em que a DJ ganha o seu primeiro computador, que foi justamente o momento em que ele foi criado, percebemos como devia ser incrível ser uma criança antigamente. 

Achei tão engraçada e digna de ser assistida por crianças, jovens, adultos e idosos, todos ali, juntos, rindo de cenas que acontecem em toda casa, seja ela cheia ou não. 

Conhecemos o primeiro namorado da DJ, as namoradas que o pai das meninas arrumou para tentar se recompor, o fascínio de Joey por desenhos animados, vemos a Stephanie crescer de uma forma absurda e formar a sua primeira banda na época do colegial, as aventuras do tio músico que sonha em ser famoso e tem como melhor amiga a pequena Michelle, que é a minha personagem favorita!

Michelle é muito inteligente e se sente tão parte do mundo adulto que se julga capaz de ajudar as suas irmãs mais velhas no dever de casa, além de estar sempre fazendo observações que nenhum dos outros personagens fazem, ser sarcástica, amante da arte e super engraçada com a sua maturidade. Para mim, ela é um exemplo de criança!

Full House é uma série que deve ser assistida como uma novela, em família ou sozinho, tanto faz. O importante é se divertir e se identificar com a realidade como ela é em sua verdade exuberante, mas, ao mesmo tempo simples e linda, porque nos ensina a reconhecermos o verdadeiro significado da palavra família



Você pode assisti-la através do Netflix ou clicando neste link. 

07/07/2017

Fotografia: A arte de encontrar a beleza que ninguém enxerga

Não sou fotógrafa profissional, mas gosto muito de fotografar, porque me sinto livre nesses momentos e capaz de captar as belezas em lugares que as pessoas não a reconhecem. Até penso em cursar fotografia, ler a mais livros sobre o tema e me aprofundar, mas apenas por uma questão de conquista pessoal. A verdade é que o sonho de um fotógrafo, seja ele amador ou profissional, é saber pintar, mas como não domina as técnicas da pintura, ele aprendeu a pintar através das luzes.

Bom, não tenho mais câmera e por isso parei de registrar momentos por um certo tempo, além de ter um celular com uma má câmera, mas mesmo assim, ainda conservo essa paixão. Guardo diversas fotografias que fiz e as levo sempre comigo. Por isso, vou compartilhar aqui, neste post que não precisa de uma descrição, porque as próprias imagens se descrevem.